Ação sindical com responsabilidade

TODAS AS NOTÍCIAS
O presidente do Sindicato dos Servidores Público Municipais de Sorocaba (SSPMS), Salatiel Hergesel, orienta os servidores municipais, neste domingo (27), a respeito de como se portar diante da crise de combustível, fato consequência da paralisação dos caminhoneiros.

Para tanto, disse estar em contato com o secretário de Recursos Humanos, Osmar Thibes, para saber como ficará a situação dos mesmos. Uma das principais preocupações tem a ver com o transporte da categoria de setores como Saúde, Saae entre outros para a chegada ao trabalho.

Como chegou combustível à cidade e os ônibus vão rodar normalmente em todos os horários e linhas a partir desta segunda-feira (28), o sindicato orienta que todos os servidores municipais que não tenham combustível em seus veículos particulares a tomarem o ônibus para trabalhar. “Mesmo que  chegue atrasado, vá trabalhar”, disse. Chegando lá, o funcionário registra o ponto na hora da chegada.

Entretanto, ele destaca a preocupação também com parte da categoria que mora em outras cidade. “Temos casos de servidores que moram em outros municípios, Mairinque, Alumínio. Quem mora em outras cidades e depende de outra linha, caso não tenha ônibus, logicamente não vá vir trabalhar. Mas, que ele comunique o sindicato que vamos resolver esse caso com o secretário de Recursos Humanos”, destacou. “Vamos analisar caso a caso e resolveremos com o RH”, finalizou o presidente.

Reunião com Crespo e suspensão de atendimento na educação

Salatiel disse não ter sido convocado para fazer parte da reunião em que foi anunciada a criação do Gabinete de Crise da Prefeitura de Sorocaba. Ele ressaltou ter tomado conhecimento da suspensão de serviços do funcionários da educação através de um telefonema do secretário de Educação, Mário Bastos.

Questionado sobre a decisão da prefeitura, Salatiel respondeu que “acha uma medida positiva, pois são 6 mil servidores da Educação que não teriam transporte ocasionando ausência no trabalho e dificultando o atendimento das crianças. Além da possibilidade de falta de merenda para as crianças”.

A partir desta segunda, não haverá nenhuma espécie de atendimento nas unidades de ensino municipais.

Publicidade